quinta-feira, 31 de maio de 2012

Vem aí o calor... Que cuidados na alimentação ao ar livre?


Independentemente do destino final (ex. campo, praia, etc.) no momento de planificar o que levar na saída, ou em viagem, tenha presente a necessidade de cumprir alguns cuidados de manipulação e transporte de alimentos para que a alimentação nestes momentos seja segura. Saiba pois como deve transportar as diferentes gamas de alimentos:
  • 1. Alimentos crus perecíveis como o peixe, a carne e ovos, face ao elevado risco microbiológico devem sempre ser transportados em ambiente refrigerado controlado e preferencialmente separados dos restantes alimentos para impedir contaminações cruzadas e também oscilações de temperatura indesejáveis. A utilização de termoacumuladores bem congelados é fundamental e o tempero prévio com vinho, sal, especiarias ou ervas aromáticas é recomendável porque minimiza o crescimento das bactérias. Transporte apenas a quantidade esperada e cozinhe por períodos de tempo prolongados. Sobras destes alimentos não devem ser re-utilizadas;
2. Refeições confecionadas para consumir quentes devem ser sempre transportadas em condições de frio e aquecidas apenas antes do seu consumo. Se se destinarem a ser consumidas num período de tempo inferior a 2 horas, a utilização de pequenos recipientes isotérmicos pode ser útil. É importante respeitar esta regra apenas para curtos períodos de tempo dado que prolongar a exposição dos alimentos a temperaturas amenas é não só reduzir o seu teor nutricional mas também instigar rapidamente um desenvolvimento bacteriano nefasto;
  • 3. Refeições confecionadas para consumir frias (ex. saladas, rissóis) devem privilegiar um cuidado redobrado na compra dos ingredientes que as constituem, devendo ser bem frescos e preparados o mais próximo possível do seu consumo, e em perfeitas condições de higiene. Arrefeça-os rapidamente (se aplicável) e armazene no frigorífico até ao momento da partida. Devem igualmente ser transportados em mala térmica;
  • 4. Alimentos processados com necessidade de frio (ex. iogurtes, queijo, fiambre) devem ser protegidos de oscilações térmicas. Preserve estes alimentos no fundo da mala térmica, junto de um termoacumulador grande e bem frio. Transporte a menor quantidade possível e consuma no próprio dia;
  • 5. Alimentos processados sem necessidade de frio (ex. batatas fritas, bolachas) devem ser acondicionados à parte, em pequenas caixas que protejam a rutura das embalagens e a exposição ao sol e calor. Ler mais.

Informação complementar:
Comprar alimentos para as férias
Comer na Escola, no Trabalho ou em Lazer
Preparação e confeção dos alimentos: o que deve saber?
Cuidados a ter com as sobras dos alimentos


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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Não feche a boca a um problema...RECLAME!


Antes de pensar em reclamar deve garantir que está suficientemente informado para assegurar o sucesso do protesto.

A maioria das empresas, ligadas ao sector financeiro, deve fornecer um serviço gratuito formal de reclamações. Para evitar a reclamação, o consumidor deverá ter acesso a toda a informação e regulamentação sobre os serviços que as empresas prestam.





Após a reclamação, a empresa prestadora do serviço, deverá investigar a legitimidade da mesma e dar uma resposta formalizada por escrito. Se continuar insatisfeito com a resposta, pode, de uma maneira geral:
  • conduzir a sua queixa para uma entidade, independente, reguladora; ou
  • levar o caso a tribunal.
Por forma a garantir os seus direitos, se entender haver matéria para prosseguir com uma reclamação, deverá seguir os passos que se seguem:

Tem motivos de queixa?

Nem todos os problemas são motivos de reclamação. Por exemplo, você pode investir num produto que não cresça tão rapidamente como esperava. O facto dos investimentos crescerem a taxas imprevisíveis, e tanto poderem cair como subir em valor, geralmente não é uma razão válida para uma denúncia. A não ser que não tenha sido avisado sobre esses riscos.
Outros casos, quando um produto ou serviço financeiro não resultou por maus serviços prestados pela empresa que você contratou, como sejam:
  • Serem cobradas despesas inesperadas ou excessivas;
  • Perder dinheiro por causa da lentidão da administração da empresa;
  • Haver uma disputa sobre de quem é a culpa se o dinheiro é roubado de uma conta;
  • Lhe forem dadas informações incorretas ou enganosas sobre um produto;
  • A empresa não chamar a atenção para uma condição particularmente rigorosa no contrato;
  • A empresa não ter executado um pedido expresso seu, ou
  • A empresa não lhe ter dado conhecimento sobre as alterações ao contrato. Ler mais
Faça a reclamação...como?
Encontrará, aqui, algumas dicas para melhor expôr a sua reclamação.
Em primeiro lugar, contacte a empresa com os detalhes da sua reclamação. Pode fazer isso por telefone, pessoalmente ou por carta. Ler mais.
Plataforma Dolceta - um mundo de informação e formação do cidadão enquanto consumidor esclarecido!



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terça-feira, 29 de maio de 2012

Dia Mundial da Energia - tudo a postos?

Hoje comemora-se o Dia Mundial da Energia no intuito de sensibilizar o cidadão para a necessidade de poupar energia, promovendo por outro lado, energias renováveis, mais amigas do ambiente, e inócuas para a vida na Terra.
Nexte contexto, deixamos algumas sugestões de como você pode contribuir para o bem-estar do planeta, a partir de hoje...

A lavagem de roupa

Cerca de 13% do nosso consumo de água é consagrado à lavagem da roupa, cerca de 16 litros de água nos 120 que consumimos diariamente. Recorde-se que a sociedade de consumo exacerbou em nós a tendência de querer mudar frequentemente de vestuário e de o lavar mesmo que o tenhamos posto uma só vez, quando se podia arejá-lo ou desamarrotá-lo. Para reduzir o nosso consumo, há gestos que se podem revelar muito úteis: só pôr a máquina a funcionar quando ela está cheia; comprar uma máquina que utiliza menos... Ler mais

Utilização de produtos cosméticos

É possível utilizar receitas «domésticas» para os seus produtos de beleza, mas há algumas precauções a tomar por razões de saúde: não guardar os produtos demasiado tempo e não os manter expostos à temperatura ambiente, pois eles são feitos à base de ingredientes naturais; em caso de dúvida quanto à frescura do produto, deitá-lo fora sem hesitar; nunca aplicar os produtos sobre uma ferida porque há riscos de infeção; em caso de sentir picadas, remova imediatamente o produto e lave a superfície com... Ler mais

Conserve o seu carro

Há diligências que compete a cada um de nós:
  • Vigiar a pressão dos pneus: um pneu menos cheio provoca um sobreconsumo de combustível bem como um desempenho na estrada muito menos bom e um potencial risco de rebentamento
  • Controlar o nível dos diferentes líquidos: é importante, principalmente por razões de segurança, verificar o nível do óleo, dos líquidos dos travões e direção assistida e do líquido de arrefecimento. Um meio muito simples para detetar uma fuga é ver debaixo da viatura se há vestígios de líquidos.
  • Verificar o estado das velas, dos injetores e dos bornes da bateria. Ler mais
Como selecionamos os alimentos ?

Nesta seção pode informar-se sobre a escolha que pode fazer na seleção dos alimentos no seu dia-a-dia. Esta necessidade surge da enorme variedade disponível no mercado. Informa-se e faça uma escolha sustentável! Ler mais

De que está à espera? Passe palavra neste Dia da Energia. Vamos poupar, e ajudar o Planeta!

Leia também:


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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Será que está a utilizar bem o seu congelador?

 O congelador, e outros eletrodomésticos análogos, têm sofrido um forte desenvolvimento nos últimos anos face à necessidade que o consumidor apresenta em preservar por mais tempo os alimentos que adquire. Mas, a congelação deve ser bem vigiada para dissabores se evitarem...

O abaixamento da temperatura no armazenamento de alimentos revela-se um método bastante efetivo para retardar a sua deterioração. Os métodos de conservação que envolvem frio são, por excelência, a refrigeração (1°C-8°C) ou a congelação (-18°C). Neste último caso, a eficácia na preservação alimentar é maior tendo em conta que ocorre, durante a congelação, a inativação da carga microbiológica que possa existir no alimento bem como de enzimas, o que favorece bastante a integridade da qualidade do alimento e contribui para o armazenar por longos períodos de tempo.
Mas para garantir que se tira o máximo partido da congelação é necessário assegurar alguns cuidados que contribuam para rentabilizar este processo de fácil aplicação no seio doméstico e muito prático para o consumidor:
  • Salvaguardar a frescura dos alimentos congelados: na congelação praticada nos eletrodomésticos, o abaixamento rápido da temperatura permite que se formem, no alimento, cristais de gelo e que resultam do teor em água que possui. Quando o alimento é descongelado parte desta água perde-se arrastando consigo parte dos microrganismos que se encontravam inicialmente no alimento, e que foram inativados durante a congelação. Uma vez o alimento descongelado, os microrganismos irão retomar a sua atividade normal, propagando-se e contaminando ativamente o alimento. Quanto maior for a carga microbiológica inicial de um alimento, maior será o seu risco de contaminação após a descongelação já que a água que o alimento perde representa um excelente caldo para este desenvolvimento microbiológico. Por outro lado, a perda de água no alimento poderá também desprovir a qualidade nutricional e sensorial do alimento em questão;
  • Impedir o descongelamento à temperatura ambiente: se as condições ambientais são favoráveis à ativação e propagação da eventual carga microbiológica que o alimento possui, em poucas horas o alimento pode representar um risco de saúde para o consumidor tendo em conta o rápido desenvolvimento microbiológico que ocorreu. Tratando-se de um alimento cru pode oferecer risco se for ingerido deste modo ou se a sua confeção resultar num processo térmico insuficiente. Se o alimento estiver confecionado, um re-aquecimento curto e/ou heterogéneo poderá, igualmente, comprometer a qualidade de um alimento assim descongelado... Ler mais

E você como tem gerido a utilização deste eletrodoméstico, em casa?
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domingo, 27 de maio de 2012

Atividades DOLCETA gratuitas para o Professor



Um dos objetivos do Projeto DOLCETA - Consumer online Education, e talvez o mais importante, é a disseminação da vasta e interessante oferta informativa que dispõe no respetivo site institucional, junto das Escolas do ensino básico, secundário e profissional de Portugal.

Tratando-se este site, de enorme aplicabilidade em áreas quotidianas como a Educação Alimentar, a Literacia Financeira, a Sustentabilidade Ambiental e de Consumo, entre outras, apresenta também um enorme leque de atividades pedagógicas, para que deste modo, o profissional  do ensino na qualidade de educador/professor/formador, possa transversalmente enriquecer, de uma forma rápida e muito eficaz, os programas que leciona dirigidos a distintas faixas etárias: crianças, adolescentes ou adultos.
Estivemos recentemente na Escola EB1 das Ribeiras, em Matosinhos, a dinamizar uma das várias atividades do âmbito da Educação Alimentar, dirigido para crianças sem esquecer de envolver as Famílias neste pertinente tema. A nossa proposta recaiu sobre a atividade "Consumidores Responsáveis" e que consistiu no levantamento e análise de rótulos de vários produtos alimentares, confrontando informação relevante, por vezes desprezada.

A atividade desenvolvida, aplicada a 3 turmas do 4º ano de escolaridade, contabilizou 15 horas de formação pela representante do projeto, Dra. Solange Burri, tendo sido desenvolvidas 2 sessões prévias a cada turma seguidas de um debate final as Famílias. Os pequenos intervenientes compreenderam a importância de interpretar a informação do rótulo alimentar e interiorizaram a responsabilidade que o consumidor também possui na sua escolha alimentar diária. E, na palestra final, onde os pais foram os convidados principais, lembraram  através da apresentação de ilustrados posters, que mesmo em crise, é possível praticar uma alimentação saudável e ainda assim, económica!

Aliar o conhecimento ao quotidiano, é o nosso lema.
Se deseja receber a Equipa Dolceta na instituição onde leciona, contacte-nos! Tratando-se de um projeto comunitário, financiado pela Comunidade Europeia, não existem contrapartidas para a sua Escola. Apenas que use e abuse deste gratuito recurso!

Não deixe de consultar:


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sábado, 26 de maio de 2012

Porquê promover a educação financeira?


A educação financeira é fundamental para uma gestão financeira saudável. O constante surgimento de novos produtos, e o seu rápido desenvolvimento, torna os serviços financeiros cada vez mais complexos. Os consumidores devem estar dispostos a educar-se em termos financeiros para que possam tomar decisões informadas. A educação financeira iniciada em idade precoce permite, no futuro, olhar para as questões financeiras como uma parte natural do seu estilo de vida.

Um consumidor educado e confiante é capaz de fazer escolhas fundamentadas e informadas, como um indivíduo. Esse consumidor também contribui directa e indirectamente para a vida económica e para a competitividade das empresas, trazendo benefícios económicos a outros consumidores em termos de preço, bem como uma maior escolha e qualidade.
As crianças precisam cada vez mais de entender como funcionam as finanças e desenvolver bons hábitos desde muito cedo, para evitar problemas mais tarde, sendo os adolescentes um grupo particularmente vulnerável. Actividades transnacionais são importantes para os jovens que vivem nas fronteiras entre países, mas com a internet a actividade transnacional tornou-se mais comum e os jovens estão na frente nesta nova forma de consumo.
Para todos os consumidores, mas especialmente para crianças e jovens, a informação não é suficiente – é demasiado passiva. É necessário educação – uma participação activa no processo de reflexão e compromisso com pressões e interesses, que por vezes são conflituosos, entre os interesses individuais e os da sociedade. Os tópicos financeiros devem ser desmistificados para os consumidores jovens e a experiência de aprendizagem das questões financeiras deve ser divertida.
Para atingir os objectivos acima mencionados, os consumidores jovens precisam do conhecimento, da compreensão e das competências para:
  • Serem capazes de identificar as suas necessidades em relação a tópicos financeiros particulares – "Desejos e necessidades"
  • Encontrarem informação apropriada e de confiança – "Procura e descoberta"
  • Compreenderem o funcionamento das finanças, serem capazes de encontrar informação, tomarem decisões informadas e agirem de acordo com os objectivos a atingir da forma mais eficiente – "Analisar e avaliar"
  • Serem capazes de comparar diferentes ofertas – "Comparar"
  • Serem capazes de tomar uma decisão informada e responsável – "Decidir"
  • Serem capazes de agir de forma eficaz em relação a assuntos financeiros relacionados com as suas necessidades, e serem capazes de realizar transacções simples ou complexas – "Utilizar"
  • Serem capazes de prever as consequências positivas e negativas de diferentes decisões e acções, em particular os riscos e perigos que são frequentemente encontrados nas cláusulas contratuais (letras miúdas dos contratos) – "Avaliar as consequências"
  • Todas estas competências requerem a capacidade de levantar questões importantes e obter respostas. Os estudantes não podem procurar e encontrar informação se não sabem que questões colocar para obter as respostas que necessitam. A competência global, que é a chave para todas as outras, pode ser: "A capacidade de formular e comunicar questões relevantes e encontrar respostas adequadas".


Mais informações em: 



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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Normas EURO e rotulagem de energia

Para nos ajudar a fazer a melhor escolha ao nível ambiental aquando da compra de uma viatura, as normas EURO e os rótulos energia fornecem informações precisas quanto às suas emissões.
- Normas EURO A fim de diminuir as emissões dos veículos a diesel e a gasolina, prejudiciais para o ambiente e para a saúde, a União Europeia adotou uma regulamentação com vista a fixar valores máximos de uma série de poluentes (partículas, NOx, hidrocarbonetos e CO). Um veículo não pode entrar no mercado europeu se não responder à norma EURO. Ao longo dos anos, as normas têm-se tornado cada vez mais restritivas. É a norma 5 que é atualmente obrigatória para todo o veículo particular novo posto no mercado.

Rotulagem de energia

A criação do rótulo de energia para as viaturas novas tem em vista reduzir as emissões de CO2 graças a uma melhor informação dos consumidores e o objectivo europeu é o de atingir uma média de 120 g de CO2/km por viatura daqui até 2012 (em vez das 160g actuais).

Guia para escolher

Há quem sugira que os veículos não devem emitir mais de 120g de CO2 por km e as boas escolhas ambientais dependem das informações como se seguem:
  • A cilindrada (cc);
  • A potência (kW);
  • O número cavalos;
  • O tipo de caixa de velocidades;
  • O consumo de carburante;
  • As emissões de CO2 em gramas de CO2/km;
  • A categoria de emissões de CO2 (A, B, C, etc,);
  • A elegibilidade às medidas fiscais;
  • As emissões de partículas expressas em mg/km;
  • A presença ou não de um filtro de partículas;
  • A norma EURO do veículo.
O portal Ecoscore permite além disso ver a cota atribuída a um veículo (todas as marcas) segundo as suas performances ambientais. Esta classificação contempla:
  • as emissões de gases com efeito de estufa (principalmente o CO2)
  • as emissões de poluentes que ameaçam diretamente a nossa saúde (micro-partículas, os NOx e outros compostos voláteis);
  • as incidências em matéria de ruído e sobre os ecossistemas mais informação em http://www.ecoscore.be



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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Que tipos de riscos existem nos alimentos?

Nos nossos dias, a alimentação é valorizada pela apetência sensorial que estimula no consumidor. Este facto é exacerbado pelas novas técnicas industriais aplicadas na transformação alimentar e que permitem diariamente aumentar a oferta. O consumidor deve por isso estar bem sensibilizado para os riscos presentes nos alimentos, saber identificá-los e como evitá-los. Este artigo oferece a informação essencial para o consumidor percepcionar o que é o risco alimentar.

Riscos físicos
A ingestão de um alimento pode veicular, entre outros riscos, partículas físicas, por vezes até visíveis a olho nú e que podem causar dano ao consumidor, se não for detectado. Assim, é importante o consumidor estar sensibilizado com esta problemática e, dadas as sérias implicações que podem ter para a sua saúde e que se traduzem, sobretudo, em deficientes condições de produção, deve alertar imediatamente as Autoridades Competentes se detectar um risco físico. Ler mais.

Os riscos químicos são, no geral, de uma índole muito tóxica para o Homem mas que, pelo facto, de serem percepcionados a longo prazo, por vezes negligenciados. O consumidor deve compreender que a melhor forma de evitar expôr-se a riscos desta natureza é variar o mais possível a sua alimentação e optar por alimentos bem controlados, razão pela qual deve estar familiarizado com a rotulagem alimentar. Ler mais.

Riscos biológicos
Os riscos químicos são, no geral, de uma índole muito tóxica para o Homem mas que, pelo facto, de serem percepcionados a longo prazo, por vezes negligenciados. O consumidor deve compreender que a melhor forma de evitar expôr-se a riscos desta natureza é variar o mais possível a sua alimentação e optar por alimentos bem controlados, razão pela qual deve estar familiarizado com a rotulagem alimentar. Ler mais.
Actualmente, as Sociedades Modernas têm sido alvo de uma nova epidemia: o aparecimento de um elevado número de doenças, e em faixas etárias muito jovens, provocadas por uma alimentação deficiente, abusiva em alimentos muito calóricos em detrimento de opções saudáveis e fundamentais para o ideal funcionamento do organismo. Ler mais.

Riscos relacionados com as novas tecnologias
São muito recentes, os novos desenvolvimentos da Ciência no sentido de optimizar os benefícios dos alimentos, rentabilizando o seu potencial nutricional e na menor quantidade a ingerir. As novas tecnologias alimentares são muito interessantes mas o consumidor deve estar informado das implicações que este ramo da Inovação pode trazer para a sua saúde. Ler mais.

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quarta-feira, 23 de maio de 2012

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Quando a compra de uma viatura parece indispensável, há escolhas que são mais favoráveis do que outras, principalmente um modelo adaptado às necessidades do agregado familiar e cujas emissões de gases com efeito de estufa e outros poluentes sejam mais reduzidas.

Um modelo adaptado

Escolher uma categoria de carro nem sempre é evidente tendo em conta a diversidade de deslocações de um agregado familiar (deslocações correntes, férias, etc.) e o número variável de passageiros. Uma alternativa interessante pode consistir na compra de uma pequena viatura para as deslocações correntes e o aluguer de uma maior para ocasiões específicas, como as férias. Isto evita que se utilize diária e inutilmente uma viatura mais cara que consome e polui mais!

Nova ou usada?

Por razões de custo, é muitas vezes tentador comprar uma viatura usada. No entanto uma parte da economia efetuada aquando da compra pode ser desperdiçada principalmente por causa de um consumo de combustível (de modo idêntico à poluição) mais importante que nos carros de modelos recentes e que respondem a novas normas de emissões, muito mais severas.

Escolha de combustível

Os dois combustíveis mais correntes são a gasolina e o diesel. Eles não têm o mesmo impacte ambiental mas é difícil de decidir em termos de consumo e poluição. Com efeito, os tipos de emissões para a atmosfera são diferentes e assim dificilmente comparáveis em termos de impacte.
Diesel
  • Consome menos combustível
  • Produzem menos CO2
  • Produzem menos hidrocarbonetos não queimados
  • Produzem menos CO
Gasolina
  • Produzem menos partículas
  • Produzem NOx
Os motores a diesel são por conseguinte geralmente considerados como mais nocivos para a saúde por causa da emissão de partículas. Atualmente os filtros de partículas permitem contudo reter cerca de 95%, o que equivale para este tipo de emissão aos motores a gasolina. Os motores a diesel, além disso são preferíveis para a mudança climática porque emitem menos CO2.
Entre os combustíveis alternativos temos:
  • O GPL (gás de petróleo liquefeito), que é uma mistura de butano e propano. Os veículos que utilizam este tipo de carburante não produzem partículas, produzem menos CO2e muito pouco NOx, mas mais CO e hidrocarbonetos não queimados (em contrapartida menos tóxicos). Menos tributado que a gasolina ele é muito mais barato nas bombas de gasolina mas os motores consomem 30% mais que a gasolina. Calcula-se que em cilindrada equivalente os motores GPL produzem menos de 13% de CO2 que uma viatura a diesel e menos 10% que uma viatura a gasolina.
  • O gás natural, que é composto essencialmente por metano (CH4) e de outros hidrocarbonetos muito ligeiros. Entre estas vantagens, é de destacar que ele permite reduzir a dependência em petróleo, diminui as emissões de gases com efeito de estufa bem assim como os efeitos negativos sobre a saúde. No entanto, poucos veículos estão equipados com este tipo de carburante, principalmente por causa da raridade de estações de abastecimento

Para mais informações, consultar:


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terça-feira, 22 de maio de 2012

Afinal, qual o melhor local para comprar alimentos?


Atualmente, o consumidor tem à sua disposição uma vasta opção de locais onde pode realizar as suas compras alimentares. Por esse facto, é importante que esteja informado de que cuidados se deve munir para que, em cada um dos locais enunciados, seja capaz de fazer as melhores escolhas face ao preço e qualidade mas também impedir riscos de saúde que pode detetar.

A compra de alimentos é um ato que requer o envolvimento de uma pessoa responsável, ponderada e capaz de selecionar os melhores alimentos crus ou processados para proporcionar uma alimentação saudável, variada e, acima de tudo segura.

A pessoa responsável pela compra de alimentos pode dirigir-se a vários locais para levar a cabo a aquisição dos mesmos. Dependendo do tipo de alimento que pretende comprar pode eleger um supermercado, hipermercado, venda tradicional (mercado/feira), venda ambulante, loja de produtos específicos (naturais, talho, peixaria), comprar diretamente ao produtor bem como pode utilizar as novas tecnologias de comunicação e efetuar a compra pela Internet.


Supermercados e hipermercados
Nos supermercados e hipermercados observa-se uma enorme variedade de alimentos, marcas oriundas de diversos fornecedores e origens. As grandes superfícies comerciais permitem efetuar compras de géneros alimentícios e outros produtos durante horários mais amplos. Ler mais.

Venda tradicional (mercado/feira)
Este tipo de local de compra de alimentos permite adquirir produtos sazonais a preços reduzidos. Apesar de não ser elevada a possibilidade de escolha de alimentos é notória a frescura dos alimentos disponíveis. Geralmente são vendidas verduras, frutas e, em alguns casos animais vivos. Ler mais.

Venda ambulante

A venda ambulante consiste na venda de produtos alimentares, e outros, na via pública e sujeito a rotação de locais por parte do comerciantes que a pratica, a qual só é permitida mediante a concessão de um Cartão de Vendedor Ambulante (pessoal e intransmissível) atribuído pela Câmara Municipal do concelho da área onde o vendedor exerce a atividade. Ler mais.


Lojas de produtos específicos (naturais, talho, peixe, biológicos, etc)

Apesar de ser cada vez menos frequente a existência de lojas que vendem produtos específicos, ainda surgem algumas em zonas de comércio tradicional. O horário destes estabelecimentos é menor existindo contudo um cuidado acrescido em promover uma empatia entre cliente e comerciante. Ler mais.


Comprar diretamente ao produtor

A compra de produtos diretamente ao produtor normalmente tem lugar na exploração agrícola, sendo possível selecionar os alimentos que se pretendem quando estes ainda estão no local de cultivo. Ler mais.


Comprar via internet

A evolução das novas tecnologias permitiu alargar as possibilidades para aquisição de géneros alimentícios, nomeadamente efetuar compras via Internet. Esta alternativa além de ser extremamente prática permite economizar tempo. Ler mais.

Algumas sugestões:

  • Antes de efectuar a compra de alimentos deve certificar-se que o estabelecimento tem licença para comercializar produtos alimentares crus e/ou processados. Este documento deve estar afixado em local que o público facilmente visualize. Ler mais.


O leitor onde gosta mais de realizar as suas compras? E que dificuldades/limitações encontra nesses locais. Deixe-nos o seu comentário.



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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Crédito ao consumo

A acrescer às contas da água, luz e gás, renda da casa (prestação) e, eventualmente, condomínio, há também, para uma família média, a Internet, a Tv por Cabo ou Fibra, e os telemóveis (pelo menos um por cada membro do agregado familiar). Governo vai mexer nos contratos de comunicações para evitar sobreendividamentoOs encargos mensais, em muitos casos são superiores aos salários. Para colmatar este défice fazem-se empréstimos que depois não se conseguem pagar.



Se pretende um crédito ao consumo informe-se primeiro. Faça um Orçamento Familiar e actualize-se relativamente aos prós e contras da contração de um empréstimo ao consumo.


Informe-se em
Escolher e obter um crédito ao consumo




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