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domingo, 1 de julho de 2012

3ª Conferência Internacional de Educação Financeira



Universidade de Aveiro iniciou-se na organização da Conferência Internacional de Educação Financeira em 2009, com a primeira edição, em Alvaiázere, subordinada ao tema “Perspetivas para Portugal”.

Tal como era referido no folheto dessa edição, “com esta conferência, pretende-se motivar a procura de respostas, através da troca de ideias e experiências, porventura da provocação, juntando individualidades nacionais e internacionais de instituições com responsabilidades e experiência nas áreas da Educação Financeira e levar esta discussão até àqueles que vão ter o papel final de fazer chegar a educação às pessoas: as escolas e as autoridades locais”.

Com o arranque, em 17/05/2011, do “Plano Nacional de Formação Financeira”, coordenado pelo Conselho Nacional de Supervisores Financeiros, que “pretende ser um instrumento destinado a enquadrar, dinamizar e difundir projetos de formação financeira”, estes objetivos são, hoje, mais atuais do que nunca.

3ª Conferência Internacional de Educação Financeira será um ponto de encontro, de troca de experiências e de divulgação de projetos de todos os que, em Portugal, estão envolvidos - e querem participar - no desenvolvimento das capacidades e das atitudes das pessoas para enfrentar os desafios financeiros do dia-a-dia com responsabilidade e autonomia.

Será, também, uma oportunidade para o próprio Plano Nacional de Formação Financeira (PNFF). Desde logo, para incrementar a sua visibilidade, passar a mensagem, os objetivos e as ações que se pretendem desenvolver. Mas, também, para divulgar, discutir estratégias e afinar planos de ação com outros parceiros.

Com o tema da conferência deste ano, “Transversalidade e Cidadania”, procura-se abordar a educação financeira numa perspetiva mais abrangente, de desenvolvimento de melhores condições para o exercício da cidadania, e, por isso, transversal a toda a sociedade.

O público alvo é constituído pelas pessoas que desenvolvem atividades em áreas e setores com maior potencial de realização de ações concretas, no terreno, que possam funcionar como divulgadores, agentes replicadores e mobilizadores, nomeadamente os responsáveis e profissionais das áreas da educação, formação profissional, intervenção social, sindicatos e associações empresariais, comunicação social, banca, seguros, distribuição, etc…


         Inscrição


Autoria Equipa DOLCETA


DOLCETA PORTUGAL - Educação online para a cidadania
Coordenação nacional da responsabilidade de:
Prof. Doutora Clara Magalhães
Universidade de Aveiro / Campus Universitário de Santiago / PT 3810-193 Aveiro

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Guarda os seus alimentos em caves ou garagens?

Em locais onde a disponibilidade de alimentos hortícolas é abundante, recorrer a celeiros, caves, arrecadações ou outros locais semelhantes, próximos da residência, representa um meio alternativo de grande comodidade para o consumidor. Nesses locais podem armazenar-se, por longos períodos de tempo, alimentos como cereais, fruta, batatas, cebolas, alhos, fruta, enchidos, etc.

Estes locais são geralmente bastante frescos e protegidos da luz solar, condicionando uma atmosfera muito favorável na preservação dos alimentos. Contudo, não será de menosprezar alguns cuidados que o consumidor deve vigiar para assegurar a qualidade dos produtos que armazena:

  • Limpeza das instalações: dado que representam áreas de pouca circulação, as caves, celeiros, garagens, e outros locais escolhidos, a higiene destes locais tende a ser esquecida. Deste modo, facilmente podem acumular resíduos alimentares que, se deteriorados, poderão contaminar o ar circundante e contribuir para a contaminação microbiológica dos alimentos existentes, aumentando o risco do seu consumo e diminuindo a sua qualidade. Além disso, poderão atrair insetos e roedores que ataquem os alimentos, favorecendo pragas e causando irremediavelmente danos económicos;
  • Controlar a rotatividade dos stocks: pode acontecer frequentemente o armazém escolhido ser continuamente abastecido com hortofrutícolas que se pretendem disponíveis todo o ano (ex. batatas, cebolas). Neste caso, deve existir um particular cuidado para armazenar estes alimentos de modo a que a ordem de consumo corresponda à ordem de armazenamento. Assim, evitar-se-á o envelhecimento e/ou esquecimento de alimentos, os quais acabam por ser rejeitados;
  • Demarcar a área destinada ao armazenamento alimentar: nestes locais é comum serem armazenados outros produtos, nomeadamente químicos, para além da eventual existência de animais domésticos como cães, coelhos, galinhas, etc., que aí vivem. Este facto resulta na indubitável contaminação dos alimentos armazenados e, por conseguinte, deve ser totalmente evitado. Por outro lado, é também usual alguns alimentos serem protegidos com inseticidas, ou outros produtos químicos (ex. sulfato nas batatas), para prolongar o seu tempo de vida útil. É pois conveniente que, na área de armazenamento alimentar demarcada, não ocorra mistura dos alimentos entre si, já que alguns dos hortofrutícolas armazenados nestes locais são consumidos com casca e cuja ação química pode também contribuir para a sua deterioração mais rápida;
  • Evitar zonas com humidade: o aparecimento de focos de água, tais como canalização própria, fontes, etc. poderá causar problemas na segurança alimentar de alimentos armazenados nestes locais (ex. cereais) se o desenvolvimento de fungos e bolores ocorrer. Alguns destes microrganismos, na ausência de arejamento e humidade, poderão propagar-se e produzir micotoxinas, metabolitos resultantes do seu desenvolvimento e capazes de causar sérios danos na saúde do consumidor. Assim, as áreas eleitas para o armazenamento devem, favoravelmente, ser distantes de um eventual ponto de água que possa existir.

Seguindo as orientações enunciadas, o consumidor contribui para prolongar a qualidade e o tempo de vida útil dos alimentos armazenados mas sobretudo proteger a sua saúde e o investimento, temporal e financeiro, realizado.
Autoria Equipa DOLCETA








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Prof. Doutora Clara Magalhães
Universidade de Aveiro / Campus Universitário de Santiago / PT 3810-193 Aveiro

terça-feira, 29 de maio de 2012

Dia Mundial da Energia - tudo a postos?

Hoje comemora-se o Dia Mundial da Energia no intuito de sensibilizar o cidadão para a necessidade de poupar energia, promovendo por outro lado, energias renováveis, mais amigas do ambiente, e inócuas para a vida na Terra.
Nexte contexto, deixamos algumas sugestões de como você pode contribuir para o bem-estar do planeta, a partir de hoje...

A lavagem de roupa

Cerca de 13% do nosso consumo de água é consagrado à lavagem da roupa, cerca de 16 litros de água nos 120 que consumimos diariamente. Recorde-se que a sociedade de consumo exacerbou em nós a tendência de querer mudar frequentemente de vestuário e de o lavar mesmo que o tenhamos posto uma só vez, quando se podia arejá-lo ou desamarrotá-lo. Para reduzir o nosso consumo, há gestos que se podem revelar muito úteis: só pôr a máquina a funcionar quando ela está cheia; comprar uma máquina que utiliza menos... Ler mais

Utilização de produtos cosméticos

É possível utilizar receitas «domésticas» para os seus produtos de beleza, mas há algumas precauções a tomar por razões de saúde: não guardar os produtos demasiado tempo e não os manter expostos à temperatura ambiente, pois eles são feitos à base de ingredientes naturais; em caso de dúvida quanto à frescura do produto, deitá-lo fora sem hesitar; nunca aplicar os produtos sobre uma ferida porque há riscos de infeção; em caso de sentir picadas, remova imediatamente o produto e lave a superfície com... Ler mais

Conserve o seu carro

Há diligências que compete a cada um de nós:
  • Vigiar a pressão dos pneus: um pneu menos cheio provoca um sobreconsumo de combustível bem como um desempenho na estrada muito menos bom e um potencial risco de rebentamento
  • Controlar o nível dos diferentes líquidos: é importante, principalmente por razões de segurança, verificar o nível do óleo, dos líquidos dos travões e direção assistida e do líquido de arrefecimento. Um meio muito simples para detetar uma fuga é ver debaixo da viatura se há vestígios de líquidos.
  • Verificar o estado das velas, dos injetores e dos bornes da bateria. Ler mais
Como selecionamos os alimentos ?

Nesta seção pode informar-se sobre a escolha que pode fazer na seleção dos alimentos no seu dia-a-dia. Esta necessidade surge da enorme variedade disponível no mercado. Informa-se e faça uma escolha sustentável! Ler mais

De que está à espera? Passe palavra neste Dia da Energia. Vamos poupar, e ajudar o Planeta!

Leia também:


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domingo, 27 de maio de 2012

Atividades DOLCETA gratuitas para o Professor



Um dos objetivos do Projeto DOLCETA - Consumer online Education, e talvez o mais importante, é a disseminação da vasta e interessante oferta informativa que dispõe no respetivo site institucional, junto das Escolas do ensino básico, secundário e profissional de Portugal.

Tratando-se este site, de enorme aplicabilidade em áreas quotidianas como a Educação Alimentar, a Literacia Financeira, a Sustentabilidade Ambiental e de Consumo, entre outras, apresenta também um enorme leque de atividades pedagógicas, para que deste modo, o profissional  do ensino na qualidade de educador/professor/formador, possa transversalmente enriquecer, de uma forma rápida e muito eficaz, os programas que leciona dirigidos a distintas faixas etárias: crianças, adolescentes ou adultos.
Estivemos recentemente na Escola EB1 das Ribeiras, em Matosinhos, a dinamizar uma das várias atividades do âmbito da Educação Alimentar, dirigido para crianças sem esquecer de envolver as Famílias neste pertinente tema. A nossa proposta recaiu sobre a atividade "Consumidores Responsáveis" e que consistiu no levantamento e análise de rótulos de vários produtos alimentares, confrontando informação relevante, por vezes desprezada.

A atividade desenvolvida, aplicada a 3 turmas do 4º ano de escolaridade, contabilizou 15 horas de formação pela representante do projeto, Dra. Solange Burri, tendo sido desenvolvidas 2 sessões prévias a cada turma seguidas de um debate final as Famílias. Os pequenos intervenientes compreenderam a importância de interpretar a informação do rótulo alimentar e interiorizaram a responsabilidade que o consumidor também possui na sua escolha alimentar diária. E, na palestra final, onde os pais foram os convidados principais, lembraram  através da apresentação de ilustrados posters, que mesmo em crise, é possível praticar uma alimentação saudável e ainda assim, económica!

Aliar o conhecimento ao quotidiano, é o nosso lema.
Se deseja receber a Equipa Dolceta na instituição onde leciona, contacte-nos! Tratando-se de um projeto comunitário, financiado pela Comunidade Europeia, não existem contrapartidas para a sua Escola. Apenas que use e abuse deste gratuito recurso!

Não deixe de consultar:


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sábado, 10 de abril de 2010

Projecto Dolceta



DOLCETA é um projecto de Educação do Consumidor através da internet, em actualização permanente, que envolve 27 países da União Europeia, apoiado e financiado pela Comissão Europeia, contemplando versões em 21 idiomas.

A plataforma DOLCETA apresenta informação de forma acessível reunida em diferentes módulos que focam diferentes tópicos organizados em centenas de artigos relacionados com o consumo além de um conjunto de actividades interactivas de forma a fomentar os conhecimentos de forma divertida.

A Plataforma DOLCETA permite que qualquer cidadão se informe, conheça e exerça os seus direitos, dê voz à possibilidade de exercício de reclamação e desenvolva o seu sentido de cidadania activa e responsável.

Para os consumidores enquanto elementos da sociedade, DOLCETA é o sítio electrónico que disponibiliza informação diversa nos módulos seguintes: