sexta-feira, 4 de maio de 2012

Saúde e segurança do consumidor...

...  mais vale prevenir que remediar



Por definição, uma sociedade de consumo é uma sociedade aberta aos riscos. Temos que os saber gerir, prevenir e controlar. É um assunto crucial quer para a Administração Central quer para as empresas quer para os consumidores:
  • se o produto não for seguro abala a economia (mercados interno e externo);
  • leva as empresas à falência ou à profunda debilidade económica;
  • os consumidores ferem-se ou ficam doentes.
Enfim, todos perdem. Não há "risco zero" nem "zero defeitos". Há, sim uma gestão de riscos e uma cultura de segurança na perspetiva do consumidor para saber orientar-se para o uso adequado dos bens e dos serviços.



Consumidores responsáveis



Somos sempre aquilo que comemos: 
gozamos o benefício de um regime alimentar equilibrado pela diversidade e pelas proporções ou sofremos na saúde as consequências de excessos ou carências. 
O regime alimentar não é tudo. Um estilo de vida saudável aparece associado ao repouso, à actividade física, à vida de relação, ao controlo do "stress".

E cada um de nós? 
Como nos alimentamos? 
A horas certas ou "contra o relógio"? 
Em refeições de "prato e garfo, sentados", ou "numa corridinha e em pé"? 
E somos nós saudáveis no estilo de vida que levamos? 

São as respostas a estas questões que gostaríamos  de ter e  poder contar com a tua participação. 
Procura ser criativo, ou em respostas breves, ou com a ajuda de uma fotografia do teu dia a dia. 
CONTAMOS CONTIGO!!

Para mais informações, consultar: 

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Os consumidores precisam de ser educados


A sociedade está a mudar de forma rápida. 
Estão em permanente mutação as relações entre o indivíduo e o objeto e deste com o ambiente, assim como entre os produtores, os distribuidores e os consumidores.


  • Nos últimos 60 anos a sociedade, devido a diferentes e sucessivos saltos tecnológicos, tem vindo a mudar velozmente, produzindo alterações de ordem cultural, social, económica, financeira, tecnológica e técnica. Olhando para as últimas seis décadas de história europeia e de Portugal, verificamos que os consumidores tiveram de confrontar-se com uma grande mudança de estilos de vida e de hábitos de consumo (veja-se o exemplo do uso dos telemóveis, que só surgiram em 1990 e eram então escassos).
  • A crescente concentração urbana, determinou novas formas de mobilidade das populações com novas exigências de consumo tanto material como imaterial (economia cada vez mais desmaterializada e simbólica). A conjugação de todos estes fatores introduziram novos problemas de identidade aos consumidores. 
  • Tudo mudou. A relação entre o indivíduo e o objeto, a relação entre o objeto e o ambiente, as condições da compra, o processo de construção da identidade pessoal e social. Neste contexto emergiu o individualismo e mais recentemente o hiperindividualismo que se pode sintetizar na fórmula «eu sou o que consigo comprar e do modo como o compro». Esta nova sociedade de consumo, competitiva e dependente da aceleração do tempo real, também provocou uma mutação permanente nas relações entre os produtores, os distribuidores e os consumidores.
  • Assim, as mudanças no mercado de trabalho e de emprego, a nova atitude perante as compras a crédito, a necessidade de escolher produtos eficientes no mercado de escolha múltipla (hiperescolha), obrigam o consumidor a usar de novos critérios de prudência e aconselhamento que não existiam no passado. É nesta nova realidade que radica a Educação do Consumidor (e passamos a usar o acrónimo EC)
  • Neste novo mercado de escolha múltipla é imperativo dispor-se de critérios fiáveis para escolher o que é verdadeiramente inovador no conjunto de produtos onde por vezes as diferenças são meras aparências. Assim se pode ver como a EC é uma ferramenta indispensável que contribui para sermos responsáveis e críticos, e sermos capazes de mobilizar diferentes saberes para tomar decisões úteis para o indivíduo, para o ambiente e para a solidariedade entre consumidores.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Abusa do que come...em festas?


Em momentos de confraternização social, acontece comummente que a oferta alimentar, e de álcool, é abundante e muito atrativa, convidando todos os intervenientes ao seu consumo impulsivo. A facilidade com que uma pessoa cede, numa festa, num evento ou até mesmo num relaxado período de férias, merece alguns particulares cuidados perante contínuos abusos alimentares, que realizados em períodos de tempo tão curtos, poderão colocar o organismo em risco! A curto e a longo prazo...

Para a maioria das pessoas, a participação em eventos sociais representa uma situação pontual e por essa razão desencadeia facilmente alguma ansiedade e expectativa em torno do dia da sua concretização. Um dos aspetos nunca descurado e que alicia a organização de um destacável evento reside na oferta alimentar apresentada, quer do ponto de vista quantitativo como qualitativo, induzindo desse modo os participantes a promoverem esses serviços junto do círculo de amigos que possuem. Assim, é frequente as pessoas realizarem alguma privação alimentar prévia, nos dias que antecedem o evento, para depois se sentirem capazes de abarcar a vasta panóplia alimentar que os seus olhos alcançam e sem percecionar que, por causa disso, a absorção metabólica será assim potenciada.
Por outro lado, é frequente também encontrar em festas, ou outros eventos organizados, alimentos extremamente ricos em ingredientes que estimulam a gula ao consumidor mais resistente, nomeadamente em açúcar e em gordura. Como se não bastasse tratarem-se de alimentos de elevado valor energético, o consumidor encontra aqui a sua oportunidade para exagerar na quantidade ingerida e abusar desmesuradamente no seu consumo. Ato que vai, compulsivamente, mantendo ao longo de todo o dia festivo, sem respeitar horários, preferências alimentares e quantidades ingeridas.
E para potenciar todos os aspetos focados anteriormente, é preciso ressalvar que os eventos festivos, ou de férias, são certamente acompanhados de pausas na atividade física diária, razão pela qual todo o exagerado consumo alimentar poderá alcançar então sérios riscos para a saúde, com repercussões imediatas e a longo prazo também.
O aumento do colesterol no sangue (LDL), a desregulação do pâncreas pela continuada segregação de insulina, a sobrecarga renal que o consumo abusivo de sódio instiga, o consumo descontrolado de gorduras que dificultam a digestão, a presença acentuada de álcool, entre outros nefastos efeitos, podem provocar sérias desordens alimentares como sejam a hipertensão, a diabetes, crises hepáticas, renais ou de vesícula, espasmos intestinais, etc. Estes sintomas acontecem frequentemente nos dias subsequentes ao evento e alcançam sobretudo pessoas onde o consumo alimentar é habitualmente mais controlado, podendo assumir consequências muito graves e levar mesmo o consumidor ao coma diabético ou alcoólico, consoante apresenta maior, ou menor, resistência metabólica.
Assim, se for convidado para um evento, proteja a sua saúde respeitando sempre os seguintes cuidados... Ler mais.


Mais informações

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Gestão do Orçamento Familiar (2)


Como fazer um orçamento?


No momento em que estivermos diante de um papel ou de um plano para fazer um orçamento, muitas dúvidas irão surgir. Para que o orçamento de cada pessoa ou família tenha efeito prático, é necessário seguir algumas dicas:

  • Estimar cuidadosamente o rendimento. Infelizmente, muitas vezes, este lado do orçamento, não conseguimos controlar totalmente. Circunstâncias pessoais, crise económica, etc, podem afectar o rendimento final.
  • Ter a certeza que não foram esquecidas algumas despesas importantes. Rever saldos das contas bancárias para ter a certeza que os principais itens estão incluídos. As decisões terão maior impacto sobre as despesas, que são geralmente mais fáceis de gerir, especialmente obrigações de curto prazo (se tivermos uma hipoteca a 30 anos a nossa capacidade de gerir é próxima de zero).
  • A elaboração do orçamento é muito importante para prever quando se produz um rendimento e quando se faz uma despesa. Mas não é suficiente. Além disso, é necessário pensar no fluxo de caixa - o timing é importante. As datas de recebimento e de consumo podem estar desfasadas no tempo. Normalmente há um intervalo de tempo entre esses momentos. É preciso certificarmo-nos que esta lacuna é levada em conta.
  • Considerar quais os aspectos que podem afectar o orçamento. Quais são as ameaças e oportunidades ao nosso redor. Pensar sobre medidas alternativas se surgirem mudanças importantes. Por outras palavras, preparar um plano B.

domingo, 29 de abril de 2012

Estado dos pneus...





Com o regresso das chuvas, há que rever o estado dos pneus. 


Entre as preocupações que possamos ter, há certamente pormenores que escapam à maioria das pessoas... 


Para ajudar a esclarecer, propomos que aceda ao sítio:

O projeto DOLCETA procura ajudar a formar o cidadão que procura uma informação específica, sensibilizando-o enquanto consumidor que se pretende vir a ser esclarecido.